ENTIDADES EMITEM NOTA DE REPÚDIO E CONVOCAM SERVIDORES A REALIZAREM ATOS CONTRA ASSÉDIO MORAL NO INCRA

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audiencia publica maraba 2 fev2020O assédio sofrido pela servidora do Incra no Sul do Pará, Ivone Rigo, levou à junção de entidades representativas de trabalhadores para emitirem nota de repúdio e convocar os trabalhadores do órgão para se mobilizarem, no dia 16 de março de 2020, contra agressões praticadas por gestores.

 

De acordo com a nota de repúdio emitida pelo Sindicato dos Trabalhadores no Serviço Público Federal no Estado do Pará (Sintsep-PA), Associação dos Servidores do Incra no Pará (Assincra-PA) e Associação Nacional dos Servidores Públicos Federais Agrários (Cnasi-AN) os trabalhadores e trabalhadoras do Instituto, bem como suas entidades associadas regionais, devem realizar "um dia de mobilização CONTRA O ASSÉDIO MORAL INSTITUCIONAL NO SERVIÇO PÚBLICO - por meio da realização de paralisações, atos, assembleias, rodas de conversa, dentre outras atividades. Este ato deve ser uma preparação para a paralisação geral dos trabalhadores do Serviço Público, contra os ataques e retirada de direitos, marcada para dia 18 de março de 2020".

 

De acordo com as diretorias das entidades, a nota de repúdio e a convocação dos atos são uma resposta à dupla agressão sofrida pela servidora, uma execração, ocorrida durante audiência pública - realizada no dia 10 de fevereiro de 2020, na Câmara Municipal de Marabá (PA) -, e protagonizada pelo secretário Especial de Assuntos Fundiários, Luiz Antônio Nabhan Garcia. O "vice-ministro" ficou visivelmente irritado no evento pelo fato da geógrafa Ivone Rigo ter feito questionamentos e cobranças sobre melhoria das condições de trabalho na autarquia.

 

A irritação legou Nabhan a determinar abertura de investigação da conduta da servidora – o que foi prontamente atendido pelo superintendente substituto do Incra no Sul do Pará, João Itaguary Milhomem Costa. Este, ainda emitiu nota justificando o ato.

 

O caso de assédio ganhou destaque nacional entre os servidores do Incra, pois houve indignação imediata à agressão. A imprensa paraense até noticiou a audiência e a investigação pela comissão de ética do Incra.

 

Acesse AQUI a nota de repúdio.

 

Fonte: Cnasi-AN

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