A nova Diretoria da Associação dos Servidores do Incra no Estado da Paraíba (Assincra/PB) tomou posse na manhã desta segunda-feira (13/7) para o biênio 2015/2016. A solenidade de transmissão da direção da Associação foi realizada no auditório Dona Flor de Camucim, na sede do Incra na Paraíba, em João Pessoa.

Amazonas - O Instituto Nacional de Colonização e Reformam Agrária (INCRA), órgão vinculado ao Ministério do Desenvolvimento Agrário, completou no dia 9 de julho, 45 anos de existência tentando dinamizar a reforma agrária no Brasil, mas os servidores no momento acham que a data não merece comemoração.

Um evento com bolo e velas, seguido de uma marcha fúnebre dos servidores pela sede da Superintendência Regional do Incra em Belém (SR-01) marcou, nesta quinta-feira (9),  o aniversário dos 45 anos da autarquia fundiária federal, que tem como missão constitucional a promoção da reforma agrária no país.

Aos 45 anos de existência, o Incra envelheceu não só pela passagem do tempo, mas principalmente pelo descaso e abandono das políticas de reforma agrária e o sucateamento dos serviços públicos promovidos por sucessivos governos.

É esse envelhecimento precoce de um órgão em processo de falência generalizada que os servidores "descomemoraram" com um grito de socorro à sociedade.

O Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária (Incra) completou no dia 9 de julho de 2015 45 anos de sua criação. Em vários estados a data foi marcada por protestos de servidores insatisfeitos com os rumos do órgão. O sindicato e associação (ASSINCRA) de servidores dos Incra em Tocantins realizaram debate sobre a reforma agrária e a qualidade da gestão atual.

Os quarenta e cinco anos de fundação do Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária (Incra), completados nesta quinta-feira, 9 de julho de 2015, não foram motivo de celebração em Santa Catarina. Pelo contrário, os servidores da autarquia, associados à Associação dos Servidores do Incra (Assincra) e ao Sindicato Nacional dos Peritos Federais Agrários (SindPFA) no estado, fizeram uma paralisação conjunta para manifestar seu descontentamento frente ao descaso com que o governo vem tratando a reforma agrária e as reivindicações dos servidores - que não tem suas carreiras reestruturadas e vêem um rumo incerto para a autarquia.

 

Os servidores do Incra no Paraná decidiram - em assembleia organizada pela Assincra/PR no dia 6 de julho de 2015, na sede regional, em Curitiba -, fazer uma manifestação em defesa da reestruturação do órgão na data que o Instituto completa 45 anos de fundação.

Greve por tempo indeterminado para pressionar o governo a negociar melhorias salariais e prestar um serviço público de qualidade foi a decisão dos servidores das tres superintendências regionais (SR) do Incra no Pará em assembléias realizadas, nesta segunda-feira (06), em Belém, Marabá e Santarém. As SRs de Belém (SR-01) e Marabá (SR-27) decidiram pela greve a partir do dia 10 de julho de 2015, enquanto a superintendência de Santarém vai aderir ao movimento paredista a partir do dia 22, acompanhando indicativo da Confederação Nacional dos Servidores Públicos Federais (Condsef). 

Servidores do Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária (INCRA) paralisaram suas atividades na manhã desta quinta-feira (7/7) em todo o País em reivindicação a reajuste salarial. A paralisação também ocorreu em Palmas (TO) e durou até a assembleia geral da categoria realizada às 11 horas, onde ficou deliberado por não aceitar a proposta de 5,5% em 2016, ou seja, a proposta apresentada pelo governo de 21,3% em 4 anos. Além disso, foi aprovado o indicativo de greve para o dia 22 deste mês.

Em assembleia geral, realizada nesta quinta-feira (2/7), os servidores da Superintendência Regional do Incra de Belém (SR-01) rejeitaram a proposta de reajuste salarial do governo feita ao conjunto do funcionalismo público federal. Pela proposta governamental, o reajuste de 21,3% seria escalonado em 4 anos - 5,5% em 2016; 5,0% em 2017; 4,8% em 2018 e 4,5% para 2019.

A decisão dos servidores do Incra em Mato Grosso de deflagraram greve por tempo indeterminado tem ganhado destaque na imprensa do Estado e repercutido no meio político, inclusive em Brasília. Isso, porque desde o dia 1º de junho de 2015, quando se iniciou a greve, os serviços prestados pela autarquia que já vinham deficitários param de vez - o que tem irritado agricultores familiares e grandes produtores rurais.

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