Associação dos Servidores do Incra no Pará

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Em assembleia geral, realizada nesta quinta-feira (2/7), os servidores da Superintendência Regional do Incra de Belém (SR-01) rejeitaram a proposta de reajuste salarial do governo feita ao conjunto do funcionalismo público federal. Pela proposta governamental, o reajuste de 21,3% seria escalonado em 4 anos - 5,5% em 2016; 5,0% em 2017; 4,8% em 2018 e 4,5% para 2019.

Servidores da Superintendência Regional do Incra Belém (SR-01) vão paralisar o órgão no dia 03 de julho em repúdio ao veto da presidente Dilma ao PLV 5/2014 que propunha a reestruturação das carreiras da autarquia federal e igualava os salários do Incra aos do Ibama. A decisão foi tomada nesta quinta-feira, 26/06, em assembleia geral realizada na sede da regional em Belém.

Em Belém a mobilização foi um sucesso, com a presença de cerca de 90 servidores, na entrada do prédio, demonstrando sua indignação com o atual padrão remunerativo e as condições de trabalho da autarquia, cujas atribuições extrapolam em muito a capacidade operacional do órgão.

 

O que cresce e cada vez é mais demonstrado na fala dos servidores é a preocupação com as famílias de trabalhadores rurais, representados em todas as categorias de atendidos pelo Incra e MDA, como os ribeirinhos, coletores extrativistas, quilombolas e demais populações tradicionais. Esse público é prejudicado pelo não atendimento de suas demandas pelo Incra, que se encontra deficitário em orçamento, pessoal, etc.

 

Os ribeirinhos – que são grande número no Pará –, dependerem justamente do trabalho da autarquia para alcançarem a segurança jurídica sobre as terras que ocupam e necessitam, para receberem os demais investimentos que eleve sua capacidade de produção, com inserção no mercado e melhorias na qualidade de vida. “O que está em jogo é muito relevante para que permaneçamos de braços cruzados. Vamos à luta !!!”, afimou Ronaldo Coelho, da Assincra Pará.

 

Fonte: Assincra/PA

Servidores da Superintendência Regional do Incra em Belém (SR-01) paralisaram em 100% as atividades do órgão, nesta quarta-feira (25/04), em adesão a mais um dia nacional de lutas organizado por um conjunto de entidades sindicais que coordenam a campanha salarial unificada dos Ato_Rep_SR01_Servid_1227servidores públicos federais.

 

A paralisação é um aviso ao governo federal para que se disponha a negociar as reivindicações por melhorias salariais e um serviço público de qualidade; em particular as do Incra que teve, recentemente, um corte de 70% em seu orçamento, o que  inviabiliza a missão do órgão de fazer a reforma agrária e o ordenamento fundiário em todo o país.

 

Ato público

 

Durante toda a manhã desta quarta, os servidores do Incra participaram massivamente de um ato público organizado pelo Sintsep-PA. Após se concentrarem na Praça República, onde denunciaram o abandono e o descaso do governo federal para com o Incra e a reforma agrária, assimAto_Rep_SR01_Servid_1221_1 como o serviço público em geral, os manifestantes marcharam em passeata, junto com servidores de outros órgãos federais, até a secretaria do Ministério da Fazenda.

 

Foi uma forma simbólica de se solidarizar com os representantes sindicais dos servidores que estão em Brasília para negociar com o governo as reivindicações da campanha salarial unificada.

 

Fonte: Ascom Assincra/PA

Servidores da Superintendência Regional do Incra em Belém (PA) paralisaram suas atividades na manhã desta quinta-feira (15/03) para marcar o Dia Nacional de Lutas por um serviço público de qualidade. A paralisação também fez parte do lançamento, no Pará, da campanha salarial unificada dos servidores públicos federais, coordenada pelo sindicato estadual da categoria, Sintsep-PA.

 

Incra_SR01_paralisa150312_0992_2A Campanha Salarial 2012 teve início em fevereiro com um ato em Brasília, conforme decisão tomada pelo Fórum Nacional dos Servidores Públicos Federais, que também decidiu pela mobilização nos órgãos regionais ao longo da primeira quinzena de março. O objetivo é fazer avançar as negociações com o governo.

 

Mobilização pelas bases

 

Durante toda a manhã da quinta-feira, os servidores do Incra em Belém se concentraram nos portões da sede da autarquia regional para discutir a conjuntura nacional e os rumos da campanha salarial, além de acompanhar a mobilização em outros órgãos federais no Pará e no Brasil. Plano Collor e a questão dos "28%" também fizeram parte dos debates com os representantes do Sintsep-PA.

 

Cedício Vasconcellos, Coordenador-geral do Sintsep, destacou que há dois anos os servidores federais estão sem  reajuste salarial e que as mesas de negociações foram esvaziadas pelo governo com a edição dos Decretos 7.674 e 7.675, em fevereiro deste ano, que retiram os poderes da Secretaria do Ministério do Planejamento e Gestão (MPOG) para negociar coletivamente com as entidades dos servidores públicos federais. O Coordenador do Sintsep conclamou os servidores a mobilizarem em suas bases, principal meio para conquistar um salário digno e melhores condições de trabalho.

 

Greve geral

 

Como encaminhamento prático, os servidores decidiram pela criação de uma comissão responsável pela organização do movimento paredista, a partir de abril, em adesão ao movimento nacional, caso o governo não atenda as reinvidicações centrais da categoria. Dentre elas, a criação de uma política salarial permanente para o setor público e o reajuste de benefícios, como o auxílio-alimentação; como reivindicação específica dos servidores do Incra está a equiparação salarial com o Ministério da Agricultura.

 

No dia 28 de março, as 30 entidades que compõem o Fórum Nacional pretendem reunir em Brasília cerca de 20 mil servidores de todo o Brasil para participar de uma marcha, para fazer o governo encarar com seriedade as reivindicações da categoria.

 

Fonte: Ascom Assincra/PA

Os debates e discussões dos servidores do Incra na Superintendência Regional do Incra no Pará (Belém), realizadas durante esta quinta-feira (17/11), com integrantes da Direção da Cnasi, Condsef e Fassincra apontam a disposição dos profissionais da SR-01 em ampliar o nível de mobilização da categoria para a negociação remunerativa com o governo.

 

Na segunda visita das representações de servidores por superintendências regionais do Incra ocorreram diversos questionamentos e solicitação de esclarecimentos sobre vários temas tratados no evento, entre os quais: reestruturação do Incra, equiparação remunerativa com o MAPA, reestruturação do Plano Fassincra-Saúde, fortalecimento da associações de servidores do Incra.

 

IMG_3590_2 Os palestrantes do dia foram: o diretor nacional da Cnasi, Reginaldo Marcos Aguiar, o diretor regional/Norte da Cnasi, Geovane Grangeiro, a presidente do Conselho Deliberativo da Fassincra, Jurgleide Castro (que também integra a Condsef), Ronaldo Coelho, a presidente da Assincra/AM, Fátima Ortiz, bem como o superintendente regional do Incra, Elielson Silva.

 

Foi apresentada, aos dezenas de servidores presentes, material no qual a trajetória de 40 anos da luta dos servidores do Incra teve destaque, incluindo extinção do Incra, nos anos de 1980 e demissões no Incra, nos anos de 1990. Elielson falou um pouco sobre asIMG_3479_2 pretensões do governo relativas à reestruturação do Incra, enquanto que as alterações do Plano Fassincra-Saúde foram destacadas por Jurgleide. Grangeiro contextualizou a luta por melhorias remunerativas no Norte e em nível nacional.

 

Nesta sexta-feira (18/11) será a vez dos servidores do Incra no Maranhão a receber integrantes da Cnasi, Condsef e Fassincra para discutir todos esses temas.

 

Outras informações sobre esses eventos podem ser acessadas no link abaixo:

 

http://www.cnasi.org.br/index.php?option=com_content&view=article&id=355:cnasi-visita-estados-para-debater-mobilizacao-negociacao-remunerativa-reestruturacao-do-incra-fassincra-e-fortalecimento-de-associacoes&catid=38:slider&Itemid=18

 

Fonte: Ascom Cnasi

Servidores da Superintendência Regional do Incra em Belém decidiram, em assembléia-geral, na manhã desta quinta-feira (6/5), deflagrar greve por tempo indeterminado na autarquia a partir da segunda-feira (10). É a segunda superintendência a decretar greve em resposta ao não atendimento, pelo Ministério do Planejamento, Orçamento e Gestão (MPOG) das reivindicações nacionais de isonomia salarial entre carreiras de nível superior, reajuste salarial proporcional para as de nível intermediário e auxiliar e reestruturação das carreiras do Incra.

 

Minas Gerais foi a primeira a decretar greve, na tarde desta quarta-feira (5/6), logo após o insucesso das negociações em Brasília. A regional de Belém havia aderido ao movimento nacional dos servidores do Incra desde a segunda (3/5), com uma paralisação de três dias.

Com a adesão das superintendências de Belém e de Minas, agora são 10 o número de unidades do Incra em greve – Sede e Superintendência Regional para o Distrito Federal em Entorno, localizadas em Brasília, Goiás, Rio de Janeiro, São Paulo, Tocantins, Rondônia e Rio Grande do Norte.

Portões abertos

A adesão majoritária dos servidores do Incra Belém à paralisação realizada de 3 a 5/05, de não fechar os portões da sede, levou o comando de greve a continuar com a experiência, para demonstrar ainda mais a força do movimento.

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